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Vale a pena chutar questões CESPE?

08/08/2017 - Pamela Engel e Alexandre Andrade

Essa é uma duvida de muitos dos nossos alunos, e já adianto a você, que sim, vale! Mesmo naqueles casos em que uma errada anula uma certa.

A base para isso é uma análise do ponto de vista probabilístico, mas que é bastante simples de entender. Imagine que você resolva as questões nas quais você tem “certeza” na sua prova, aquelas para as quais julga ter identificado a resposta correta. Sobra então um certo número de questões nas quais você teria de marcar na incerteza, o bom e velho chute. Vamos dizer que você pegue essas questões e submeta aos seguintes processos para definir a resposta a ser marcada:

  1. Uma pessoa que não é alfabetizada, incapaz de ler as questões, marcará certo ou errado em cada item;
  1. Um chimpanzé treinado para marcar o cartão-resposta responderá certo ou errado para cada item;
  1. Você joga uma moeda para cima, e marca certo se der cara, e errado se der coroa, para cada item.

O que esses três processos têm em comum? Todos eles tendem a levar ao mesmo resultado: aproveitamento zero nessas questões. Como seriam processos de marcação completamente aleatórios, a probabilidade de acerto é sempre 50%. A tendência é, portanto, de acertar 50% e errar 50%, saindo com saldo zero, já que uma errada anula uma certa.

Aqui é importante frisarmos algo que não é trivial: trata-se de uma probabilidade. Isso não quer dizer que usar esses processos sempre resultarão em saldo zero. Pode ser que o chimpanzé dê uma sorte, e termine com um pequeno saldo positivo em um conjunto de questões. Mas se repetimos o processo, veremos que os eventos positivos alternam-se com os negativos, levando a um saldo zero, na média. A tendência não pode ser confundida com o resultado de um único evento.

Mas se um chute aleatório leva a uma tendência de saldo zero, por que afirmar que vale a pena chutar? Simplesmente porque o seu chute não é 100% aleatório: você estudou a matéria, sabe ler, raciocina. Por pior que possa ser a sua proficiência naquela disciplina, há uma série de fatores que o colocam à frente do chimpanzé.

Ora, mas como chutar algo que você desconhece? Basta marcar a resposta que julga ter maior probabilidade de ser a correta. Vale intuição, dedução, analogia, etc. Seja qual for o processo, ele nunca será pior do que a aleatoriedade, pura e simples. E isso fará com que o seu processo de escolha possua uma tendência de acertos maior do que a de erros. Há, portanto, mais chances de você ganhar pontos do que perder com os chutes. Trata-se de uma aposta assimétrica: há mais chances de ganhar do que de perder.

Claro que se você errar mais do que o chimpanzé erraria irá perder pontos com isso, mas a tendência não é essa. Considerando o jogo de probabilidades, é preciso apostar no que tem mais chance de acontecer. Alguém pode seguir essa proposta em uma prova específica e acabar perdendo pontos. Mas se tivesse 100 provas do mesmo tipo para fazer, talvez ganhasse pontos em 70 ou 80 provas, e perdesse nas restantes.

Estamos lidando com probabilidades, nada é garantido. O que estamos dizendo é que há uma assimetria na qual vale a pena apostar. A chance de ganhar é maior do que a de perder. E esses

prováveis pontos extras podem ser justamente aqueles que te deixarão dentro das vagas!

Se você ainda tem dúvidas, sugiro que teste. Durante a sua preparação, chute sempre as questões que você não sabe, e monitore bem esses erros e acertos, separados das questões nas quais respondeu com certeza. Provavelmente, você vai descobrir que chuta bem melhor do que imagina, e que vale a pena apostar nisso. Aí, na prova, terá confiança para fazer isso, se necessário.

 

 

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Equipe LS Concursos